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SE UM NÚMERO SIGNIFICATIVOS DE ELEITORES DE UM ESTADO VOTASSE NULO O TRE (TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL) TERIA QUE ABRIR UMA CPI PARA MELHORAR A POLÍTICA DESTE ESTADO. EU ALMEJO QUE ISSO ACONTEÇA ALAGOAS, MAS TUDO PRECISA DE UM PRIMEIRO PASSO.

 

POLITICAGEM

A POLITICAGEM TEM POR FINALIDADE A PLORIFERAÇÃO DA IDÉIA DE UM POLÍTICO QUE POR SUA VEZ TEM A CAPACIDADE DE "AJUDAR" QUANDO O CASO LHE TRARAR ALGUM BENEFÍCIO POLÍTICO, AO MENOS ESSE É O CASO DA POLÍTICA COTIDIANA QUE SE USA DE INÚMERAS FAÇANHAS PARA SATSFAZEREM SEUS INTERESSES, MUITOS POLÍTICOS USA DE SEUS BENS OU SUA PROFISSÃO PARA ATRAIR ELEITORES COMO: IMÓVEIS OU SERVIÇOS DE SUA PROFISSÃO, HÁ CASOS EM QUE O POLÍTICO É UM MÉDICO E APESAR DO DEVER DELE SER ATENDER A POPULAÇÃO, ELE SÓ ATENDE SE O PACIENTE LHE PROMETER VOTOS OU SÓ FAZ DETERMINADA CIRUGIA SE A FAMÍLIA LHE PROMETERSEUS VOTOS, ESSE É UM CASO DE CORRUPÇÃO E É O QUE MAIS ACONTECE NO BRASIL, COM A CORRUPÇÃO DE HOJE EM DIA TÁ MUITO DIFÍCIL DESTINGUIR O PÚBLICO DO PRIVADO, NA MAIORIA DOS CASOS O PÚBLICO SE TORNA PRIVADO PELO FATO EM QUE ALÊM DOS IMPOSTOS VOCÊ AINDA TEM QUE PAGAR PARA TER UM BENEFÍCIO QUE SERIA PÚBLICO PELA CONSTITUIÇÃO, A MÁ COMPRIENÇÃO DOS POLÍTICOS PARA ESSE LADO TORNA A CORRUPÇÃO MAIS ATIVA E O PÚBLICO E PRIVADO MAIS CONFUSO. CONTUDO ISSO APENAS A CLASSE BAIXA É A QUE SOFRE AS CONSEQUENCIA.

Praqui!

Novo pasto, aproveito a deixa e indico

a mim mesmo em novo endereço.

Só pra efeitos de organização.

 

Música e afins nesse!

 

Idéias e textos nesse outro:

 

http://desordemsistematica.blogspot.com

 

\o/

Estranho :P

Após tanto tempo sem escrever, me veio de súbito um texto.

Por acaso um texto que gostei muito, mas, foi perdido.

Escrevi, e no exato momento em que ia salvar, faltou energia

=O, mas tudo bem, acontece... E embora não tenha mais o

primeiro texto, me vieram mais dois à mente, um acabei de publicar

e pode ser lido no post anterior. E o próximo vem agora. De ante mão,

não ficaram tão bons quanto o primeiro. =D Uma testemunha nessa hora

seria muito bom kkkk.

 

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Mas eu não vou deixar ela sair

ela chega e entra
como alguém que não prevê
como alguém que sabe ser
como alguém na minha vida
importante e alegre
me envolve e me aquece
e com um pequeno gesto
uma vida se desdobra
algo que é ao mesmo tempo
complexo e simples
incerto e seguro
conecta e desfaz
constrói e destrói
um pequeno gesto
uma palavra, um texto
uma linha descomposta
um significado perdido
mas invade e se estabelece
faz parte de mim
como entrou?
não sei e não pergunto
não me importo com respostas
a única resposta é o carinho
é a presença
é o amor e a esperança
alguém que entrou
que pode um dia sair
que pode ser assim
a flor e a doçura
alguém que me apresentou
algo que não conhecia
uma simples nostalgia
daquilo que ainda não fiz
alguém que quero ao meu lado
alguém que me ensia o trato
alguém que sabe ser
alguém que não vou deixar
não vai sair da minha vida

 

Penso

quanto vale o pensamento
o texto escrito em correntes
a linha escrita num verso
a dor que ja é crescente
o poeta da madrugada
escreve em lihas completas
a idéia a poesia
a loucura que interpreta
em sonhos de intensa magia
em versos sua poesia
e em minha linha escrevo
e pouco a pouco pereço
minha linha minha escrita
a minha firula bonita
meu passo na madrugada
toda cria ja talhada
em imagens bem retorcidas
todo vai e vem da vida
e a morte que ja vem vindo

Ensaio de ontem

Infinnita em ensaio

Ontem ensaiamos com carron, baixolão e violão. O entrosamento está indo muito bem e estamos confiantes que a formação vai funcionar. Só senti falta da guitarra em algumas músicas e o Alan não gostou muito do carron. Vamos improvisar com uma meia-bateria ou algo do tipo. Ideia dele mesmo. "Se o carron simula bumbo e caixa, melhor montar uma estrutura com um bumbo pequeno e uma caixa pequena, que aí ainda fico com uma mão livre pro carrilhão ou pro ganzá". Faz sentido.

Estamos definindo um repertório muito maior, e isso está sendo feito aos poucos. Breve, novidades.

Agradecimento a Darlin pelas fotos.

Pouca Vogal em Caruaru

Para quem curte Humberto Gessinger (e Duca Leindecker, mas acho difícil achar gente que o conheça por essas bandas, apesar de Cidadão Quem ser uma banda muito massa), Pouca Vogal vai se apresentar em João Pessoa e em Caruaru, respectivamente em 9 e 10 de julho. Vou pra Caruaru! Quem vai também? :-D

Mais informações aqui.

O que tenho ouvido e sobre criação

Não tenho ouvido nada em especial ultimamente... Meu MP3 player está meio parado e meu Rhythmbox está em modo totalmente aleatório de tudo o que tenho por aqui.

Além de algumas bandas e canções realmente novas que tenho ouvido por recomendação e ainda não ouvi o suficiente para opinar, entre o que há de novo (ou nem tanto) na minha lista está A Cor do Som, que me interessou pelo interesse que tenho em ter um dia uma guitarra baiana; Paralamas do Sucesso, que tem muita coisa que eu não conhecia, como uma inusitada música em que Herbert canta sobre Speed Racer; Matanza; e Pato Fu. O caso de Pato Fu é interessante, pois me parece que eles não sabiam bem por onde ir, em termos do que contar. Apesar de musicalmente serem geniais. Com o tempo foram aparecendo letras interessantes, mas o começo é recheado de músicas interessantes sem letra, ou quase. Comigo parece ser o contrário...

Sempre soube o que dizer, o formato é que é o problema. Tanto que ainda hoje tenho algumas dezenas de letras minhas ainda desprovidas de qualquer arranjo. Isso não quer dizer, porém, que eu escreva "poesia que virará música". Sempre separei muito bem as coisas. Mesmo antes de começar a tocar qualquer instrumento musical, eu escrevia letra como letra e poesia como poesia, apesar de apreciar a musicalidade de uma poesia. Poesia pra mim precisa ter ritmo.

Já escrevi letra antes da música, música antes da letra e os dois ao mesmo tempo. Quando escrevo uma letra, geralmente ela já nasce com um esboço da melodia de vocal, por isso ultimamente prefiro criar já o arranjo base quando crio uma letra, para não perder a ideia. Não há caminho melhor que o outro, como em tudo na vida, há apenas um caminho que funciona melhor comigo.
Está bem, já falei demais. Estou aqui gripado pra caramba divagando... Melhor ir descansar.

Foto original.

Recitar poesia ou não?

Uma ideia: recitar poesias entre algumas músicas da banda. Como seria isso? Gravei uma em teste, só a voz e contrabaixo, gravado usando o microfone embutido do notebook mesmo. :-P Veja o post que publiquei no Bardo:


Esta é para a sessão Ideias de fim de semana. Que acham de recitar algumas poesias minhas entre músicas, em apresentação da banda Infinnita? Com o contrabaixo e essa ideia, gravei uma versão da Alegria em Lata. Quem quiser ouvir o resultado pode baixar lá na página da poesia ou baixar o MP3 diretamente clicando aqui. O que acharam da ideia?

Aproveitando, vote na nova enquete da Infinnita!

[]s e boa semana para todos!

Lilith

Hoje apresento a Lilith, minha guitarra SG: minha diabinha. Coincidências que acontecem na vida da gente. Faz meses que eu tava doido por esse estilo SG. Terminei estando no canto certo, na hora certa, com pessoas certas e trouxe uma SG pra casa.

Engraçado que até perguntei lá na loja ao Slash, que estava presente, se o timbre dela encaixaria no estilo. Gostei do timbre, mas é sutilmente agressivo. Ele disse que não devia ter problemas, sabendo usar. Tudo bem então... Chego em casa e pesquiso mais sobre SG, caio na Wikipedia e vejo a lista de usuários da guitarra. No meio da lista, Humberto Gessinger.

Lembrei que no site da banda ele lista os instrumentos dele e fui conferir. Resultado: das 18 guitarras que tem lá, 9 são SG, incluindo uma semiacústica e as duas guitarras de 12 cordas que ele tem. E eu preocupado se encaixaria no estilo... Falta só a pedaleira agora, para breve.

A idéia é estudar guitarra e dividir participação da Celina (minha viola de 12 cordas) com a Lilith, quando eu já estiver bem. Aí eu vejo com o Pedro pra gente bolar arranjos pra duas guitarras em algumas músicas. Acho que fica legal.

Not a Number (NaN) - a Banda

Para quem não conhece, NaN é uma representação de dados que acontece como fruto de certos tipos de operações matemáticas estranhas. Por exemplo, ∞/∞ ou 1^∞.

Lanço hoje a banda Not a Number, uma Banda Nerd Distribuída. O nome achei legal por várias razões: é curto, é nerd e tem a ver com infinito (Infinnita é o nome da minha banda séria).

A idéia da NaN é gravar as paródias do nerdson e outras músicas nerds, mas de maneira distribuída, se houver quem queira colaborar.

Aí chegamos na segunda parte: quem quiser colaborar me avise dizendo de que forma pode participar. E aí eu vou escalando os voluntários para as músicas conforme forem surgindo músicas e tempo. E a gente vai gravando as trilhas isoladamente (cada um grava o instrumento/participação de sua competência) para juntar tudo depois em uma música só.

Enfim, é isso. Confiram a Not a Number!

Futuo Impróprio

Publicado no Bardo:

Futuro Impróprio
Um dia a gente endoida
Talvez por ser preciso
Ou por prazer, quem sabe
Ou então cria juízo

Um dia acaba o medo
E surge algo melhor
E o mundo em desespero
É que viverá só

Um dia tudo muda
E um sonho em procissão
Virá de estrela em estrela
Tentando achar o chão

Um dia o Sol não nasce
Nem pense em acordar
Duas noites se abraçam
Sem dia a atrapalhar

-- Cárlisson Galdino

Foto original de dougtone.

Sobre O Janela do Rock

Quero agradecer a todos que nos prestigiaram nesse evento bacana, foi a primeira vez que toquei em palco e tambem queria me desculpar pelo acontecido com a bateria que toquei, mas tambem dizer que a culpa não foi só minha. valew!

2010!!!

Vamos retomar os ensaios com um novo baixista em 2010 e acreditamos ser o cara que procuramos, procuramos nos divirtir nas nossas musicas e esperamos que ele faça o memso pra que tudo corra bem nos nossos esforços. valew galera muita paz em 2010.

A estréia da Infinnita

Infinnita na Janela do Rock

Agora minhas impressões pessoais sobre a Janela do Rock.

O evento estava marcado para começar 16:30, mas como é normal (por aqui, pelo menos), só foi começar lá pras 18h.

A primeira banda a se apresentar foi a banda Arranha-Céus, da Vívian Marcella. Fizeram uma ótima apresentação. O engraçado é que a Vívian sempre foi controversa. Até hoje tem gente que diz que não suporta ouvir sua voz, enquanto tem gente que diz que adorou a apresentação. Fico pensando comigo se essa visão negativa do trabalho dela que algumas pessoas têm não são resquícios dos tempos mais distantes, quando ela começou a cantar. Porque o problema que vejo com ela desde sempre são os agudos e pelo que pude ver ela evoluiu muito e está controlando muito bem isso. Nas duas últimas apresentações que vi, saiu tudo bem. Vai entender...

A segunda banda foi a nossa. O Slash, que tinha acabado de tocar guitarra na Arranha-Céus, veio pra tocar contrabaixo com a Infinnita. Preparativos pra lá e pra cá... Então a gente começa. Toda forma de poder, mesclando uma versão minha com a versão original dos Engenheiros. Uma música forte, conhecida, pra já começarmos animando a galera. Um grupinho se forma na frente do palco pra curtir o som, enquanto o restante da platéia está parado. Ora, a banda é desconhecida e eu tinha retorno duplo e ouvia tudo muito bem: como ia adivinhar que o som estava saindo só no retorno. "A música que vocês tocaram agora estava só no retorno". "Tá... Fazer o que mais?"

Fomos pra segunda música: Damião. Uma das duas nossas animadas. O pessoal parece ter gostado. O Alan diz que ouviu o povo cantando junto "Veeeeem nos libertaaaar!", mas o Pedro estava sem retorno. Foi bem, de qualquer forma. Em seguida, uma apresentação rápida de minha parte e mais outra nossa: Quem Dera. Peguei o povo de surpresa, pois era a vez de outra música e não dessa, mas deu tudo certo (tirando que agora era o Alan que tava sem retorno, desta até mais à frente).

Agora Guantánamo, dos Engenheiros. Tocamos bem mais lento que nos ensaios, mas deu pra levar. Uma das minhas preocupações nessa apresentação era o uso da gaita nesta música, mas acho que ficou legal também. Fomos pra "Dias Gentis" e então para "Infinita Highway", mais uma conhecida pra ver se a galera se anima. Estava tudo indo bem, quando o Alan volta a ter retorno, se anima ouvindo o contrabaixo e quebra o bumbo, que já estava com um pé na cova desde antes do show começar. Paramos, anunciaram que voltaríamos pra continuar, mas não tinha como então paramos mesmo. Havia dois momentos ainda em que eu falaria com a platéia. Apresentar melhor a banda, falar do site da gente, agradecimentos, mas mas...

Queria muito ter ouvido a Senhora Rita, que tocou depois de nós, mas estava com fome depois disso tudo e fomos o grupo procurar o que comer. O atendimento demorou tanto que quando voltamos já havia tocado Senhora Rita e uma outra banda que não conheço. Já era a turma da Other Side que estava se organizando no palco. Os caras estão num nível monstruoso. Mascus Mausan, que se formou em Canto pela UFAL e lançou recentemente um CD solo, cantando com perfeição de todo jeito (gutural, lírico...)... Enfim, os caras deviam cair na estrada mesmo, a banda está num nível incrível.

Antes de a apresentação da Other Side terminar, fui embora. Ainda tinha a Metamorfose, do Júnior Cocerinha, quem tava organizando o evento, mas nem pude ficar pra assistir. No fim, foi bom o resultado. Particularmente eu poderia ter cantado melhor lá, mas era a primeira apresentação. O fato de ter sido um evento de médio porte pra cidade e eu ter metido a cara a tocar violão de 12 cordas e gaita e, mesmo com tanto obstáculo, ter cumprido o ponto já acho uma vitória.

A Infinnita está de férias e voltaremos a ensaiar em janeiro. De novo sem baixista, mas vamos seguir em frente. Ensaiar mais e tal e nos preparar para futuras apresentações (e gravar de novo pra trocar as músicas da gente que estão publicadas, porque nós sabemos que estão péssimas. "é pouco, mas é tudo o que eu posso oferecer" :-P)

Muito obrigado a quem foi prestigiar e a quem não pôde ir mas torceu por nós! Valeu!

Voltando às raias do conformismo

Aproveito a época de recesso e reflexão pessoal(para muitos),

retorno ao meu púpito pessoal, onde expresso minha indignação,

talvez não no sentido raivoso febril do conceito, com assuntos de

ordem natual e pessoal.

Primeiro, como foi relatado em um post recente no blog principal

da banda, tivemos problemas com o equipamento e, mesmo não

relatado, com o pessoal que organizou o show de inauguração da

gente; detalhes devem permanecer incógnitos.

Voltando ao texto filosófico de sempre, ou não, reflito sobre um

determinado assunto, o conformismo pessoal. Assumindo meu

papel de "senhor clichê", venho falar sobre a idéia de ser conformado

com a própria situação, mesmo quando isso não envolve a realização

dos sonhos particulares.

Só pra quebrar o clima dos textos longos eu digo: Seja o que quizer,

quando quizer, como quizer e como puder, desde que não fira quem

você é.

Vou deixar o devezinho de casa, pense a respeiro, reflita e considere,

felicidade se compra com tempo? Todo mundo sabe ser o que necessita?

Todos precisam ser o que alguém necessita? Você precisa ser o que você

quer ou o que querem de você?

 

Definam, sejam, interajam, derrubem, construam, destruam, sejam!

Sejam mais uma vez! Porque ser é mais importante do que ter...

 

Abraços leitores e leitoras...